Pistas

    Esses objetos pretenderam alguma permanência num lugar que é naturalmente de passagem, todos tinham marcas de mãos atuantes e/ou memórias de caminhos: eram sapatos já bem usados ou feitos especialmente para serem deixados naquele movimentado canteiro central. Traziam em si uma história: um poema, um bilhete, fragmentos, interrogações. Objetos lançados no meio do cotidiano, pretenderam provocar acasos, encontros, instigar as pessoas que ali passavam, anunciar. Clique nas fotos para ver mais sobre cada pista.

Pista 1 - Percurso Identidade Rastro Tempo Trajeto 3.5.2000

  

"De quem são os sapatos que achamos jogados pelas ruas
ou dependurados nos fios de luz?"

Pista 2 - 4.5.2000

     

muitas ruas passam por mim
mas nunca chegam
ao meu fim

Pista 3 -  5.5.2000

O Passante e a moça que o observa da janela...

Pista 4 - 7.5.2000

   

Onde piso deixo minha pegada
que marcas levo de onde eu piso?

Pista 5 - 8.5.2000

Será que engatinhávamos com tanta pressa?

Pista 6 - 9.5.2000

  

As rugas em minha pele não são tempo: são estrada

Pista 7 - 10.5.2000

Quem é você? Por onde anda?

Pista 8 - 10.5.2000

Caixas

Pista 9 - 11.5.2000

Os pés que me calçavam
agora estão descalços

Pista 10 - 11.5.2000

Paz
os caminhos estão descansando...

Pista 11 - 12.5.2000

 

"Meus sapatos sempre combinam
com minha bolsa, que combina com
meus brincos e com a cor dos meus
cabelos."

Pista 12 - 13.5.2000

"Vagar pela cidade e clicar em sites na internet é escrever, deixar marcas, imprimir nosso traço no espaço cotidiano."

 

Leia texto sobre a experiência das Pistas

Créditos: as fotos dessa galeria são de Marcelo Terça-Nada!.

Descalços - Página Inicial